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  • Planeta Extremo mergulha nos buracos azuis das Bahamas

    O repórter Clayton Conservani desceu até uma das cavernas mais perigosas do mundo nas Bahamas.





    A equipe do Planeta Extremo foi até Ginnie Springs, na Flórida, nos Estados Unidos, berço do mergulho em caverna, considerado um dos esportes mais arriscados do mundo. Para aprender essa atividade, é preciso dedicação, treinamento e equipamentos apropriados. No local, o repórter Clayton Conservani fez um curso intensivo com o instrutor Romeu Dib para conseguir a credencial para explorar qualquer caverna.

    O arquipélago das Bahamas deixa qualquer um de queixo caído. As praias são de água cristalina, cor verde esmeralda, quase sempre desertas. Em uma delas, em Long Island, está guardado um tesouro da natureza: o buraco azul mais profundo do planeta, cobiçado pelos melhores mergulhadores do mundo. Dean's Blue Hole, o Buraco Azul do Dean, tem 202 metros de profundidade, é um gargalo escuro e misterioso.



    Outro lugar sagrado para os mergulhadores é a caverna na Ilha de Andros. É praticamente um ponto secreto de mergulho. Para entrar na água, é preciso saltar quatro metros de altura. Com o impacto, Clayton quebra um pedaço do dente. Somos os primeiros brasileiros nessa caverna.

    É a exploração mais profunda de Clayton nas Bahamas e a mais perigosa. É preciso ficar atento para os efeitos da narcose, uma espécie de embriaguez das profundezas por causa do nitrogênio inspirado. O mergulhador fica eufórico, desorientado, e corre risco de cometer algum erro técnico. Nessa profundidade, pode ser fatal.

    “Foi espetacular, lindo. Não tinha motivo pra pânico, para ficar nervoso. Eu só tentava buscar bons pensamentos e explorar esse lugar mágico, toda a beleza dessa caverna”, comenta Clayton Conservani.

    Fonte: Planeta Extremo


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    Comentários 1 Comentário
    1. Avatar de djovany
      djovany -
      A cada dia que passa e com os materiais que eu vejo sobre o mergulho técnico, eu desejo ainda mais poder um dia chegar a ser mergulhador técnico e poder conhecer as belezas sub do nosso planeta de uma forma mais avança da e preparada. Realmente o que me falta é o dinheiro, mas eu me prometi que vou tentar economizar para alcançar esse objetivo, nem que seja quando eu estiver com 60 anos.
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